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Sexta, 22 Abril 2011 21:54

Heineken II

Receita da Heineken avança 22% após consolidação da Femsa SÃO PAULO – A receita da cervejaria Heineken alcançou 3,59 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2011, o que representa um avanço de 22% em relação aos três primeiros meses do ano passado. Segundo a empresa, o resultado já reflete a aquisição da divisão de cervejas da mexicana Femsa, no México e no Brasil, a partir de 1º de maio do ano passado. O lucro líquido da empresa somou 151 milhões de euros no primeiro trimestre. A companhia não apresentou uma base de comparação com os trimestres fiscais anteriores. As vendas em volume do grupo avançaram 6,7%, em uma base orgânica, entre o primeiro trimestre de 2011 e igual período do ano passado. O resultado, de acordo com a companhia, foi motivado especialmente pelas regiões da África e Oriente Médio – avanço de 12% no período -, na Ásia-Pacífico (avanço de 11%) e nas Américas (alta de 8,3%) “A Heineken mantém-se confiante na contínua evolução positiva de volumes na América Latina, África e Ásia”, disse a empresa em comunicado. “Enquanto testemunhamos uma melhoria gradual das condições econômicas em vários países da Europa e nos Estados Unidos, os consumidores permanecem cautelosos com o comportamento de consumo”, observa a companhia. O volume de vendas da marca Heineken no segmento premium internacional cresceu 5,7% no primeiro trimestre, na comparação com igual período do ano passado, com destaque para os resultados na África (avanço de 15%) e Ásia (alta de 12%). Os países que mais contribuíram com o crescimento internacional foram Vietnã, Brasil, França, Rússia, África do Sul e Chile, que compensaram menores volumes de vendas da marca Heineken nos Estados Unidos e na Grécia, informou a empresa. A companhia reafirmou sua expectativa de redução de custos de 150 milhões de euros com a aquisição da Femsa até o fim de 2013. (Daniela Braun | Valor, com agências internacionais) Fonte:http://www.valoronline.com.br/online/geral/87/415991/receita-da-heineken-avanca-22-apos-consolidacao-da-femsa
Quarta, 27 Abril 2011 15:08

Concurso Nacional

Boa tarde, cervejeiros de todo o país. Estão abertas as inscrições para o 6º Concurso Nacional Cervejas Artesanais, a ser realizado em Florianópolis, dos dias 22 a 25 de junho de 2011.Como preconizava o regulamento do Concurso, as inscrições estão abertas à partir do dia de hoje. Estas podem ser realizadas através da loja virtual: http://www.concursosacervas.com.br Alguns aspectos devem ser frisados neste momento: - As inscrições no 6º Concurso Nacional Cervejas Artesanais poderão ser realizadas em duas categorias: - Como cervejeiro individual, utilizando a opção de cadastro Pessoa física; - Como grupo cervejeiro, utilizando a opção de cadastro Pessoa jurídica. - Cada grupo cervejeiro terá um responsável, ao qual o cadastro ficará vinculado. Contudo, a premiação será feita ao grupo como um todo, e não ao responsável. Os nomes dos outros cervejeiros participantes deverão ser incluídos no campo Nome Fantasia; e o nome do grupo no campo Razão Social. - Caso o cervejeiro ou grupo cervejeiro for Associado em alguma ACERVA listada no regulamento, este(s) deve(m) enviar um email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., com o título "Inscrição Associado ACERVAS". Em até 24h, será liberado para o cadastro o desconto equivalente. Somente os Associados considerados adimplentes até 26 de abril de 2011 poderão gozar deste benefício. Deve-se ainda frizar que a resposabilidade pela lista de sócios é das respectivas ACERVAs. Para grupo cervejeiros, TODOS os integrantes deverão ser membros das ACERVAs listadas no regulamento para que possam gozar do desconto equivalente. - Para evitar problemas no pagamento, por favor, cadastre-se no Pague Seguro. - Conforme regulamento, a inscrição em mais de uma categoria (grupo cervejeiro e individual) da mesma pessoa é vetada. Caso seja identificada, o cervejeiro e o grupo infratores serão automáticamente desclassificados. - Todas estas instruções estão contidas em nossa loja virtual. Quaisquer outras informações podem ser obtidas no email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. - Em breve serão divulgadas informações sobre as atividades que serão realizadas durante o evento e as opções de hospedagem. -- Comissão Organizadora ACervA Catarinense - VI Concurso Nacional de Cervejas Artesanais
Quinta, 28 Abril 2011 01:00

1º CICLO DE ATRAÇÕES



Retransimitimos a mensagem de Felipe Viegas;

Está chegando o grande dia. Iniciaremos o 1º CICLO DE ATRAÇÕES DO CONHECIMENTO CERVEJEIRO NACIONAL DA TABERNA DO VALE CERVEJARIA-ESCOLA

Nada melhor que estrear com o pé direito. Estaremos disseminando um pouco de seu vasto conhecimento, nada mais, nada menos que PAULO SCHIAVETTO, nosso grande mestre, principal nome em produção de cervejas no circuito nacional, com seu curso:

PROCESSOS CERVEJEIROS

O curso é destinado aos Homebrewers que buscam conhecimento de alto nível, visando melhorar seu processo de produção, e, consequentemente suas cervejas...

Falo por experiência própria, afinal, participei já em edições passadas deste mesmo curso e certamente estarei presente nesta turma também... Além do vasto conhecimento disseminado pelo nosso Mestre, a troca de experiências entre os participantes é fantástica e também muito gratificante...

Pois então meus amigos, faltam poucas vagas para fecharmos esta turma, que acontecerá nos dias 09 a 13/05 das 19:30 às 22h e no sábado, dia 14/05, das 09 ao meio-dia, quando visitaremos a Krug Bier em companhia do Paulo.

ALUNOS DA TABERNA, MEMBROS DA CONFRARIA BH E ASSOCIADOS DA ACERVA MINEIRA TÊM 15% DE DESCONTO NA INSCRIÇÃO !!!

Mais informações, acesse: www.tabernadovale.com.br

UM GRANDE ABRAÇO E BOAS CERVEJAS PARA TODOS VOCÊS !!!


Felipe Viegas
(31) 9136-8484
Taberna do Vale
Cervejaria Escola
Segunda, 02 Maio 2011 14:22

Legislação e Tributos

Fazenda e Confaz têm divergências sobre ICMS

Governo federal quer transição gradual para alíquota de 2% para o imposto sobre as importações; secretários da Fazenda propõem alíquota de 4%
Por:Andrea Jubé Vianna e Eduardo Bresciani


O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, defendeu ontem a transição gradual, de 12% para 2%, da alíquota unificada de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre as importações.

Durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Barbosa sustentou que essa transição comece a vigorar em janeiro de 2012, sendo que a alíquota final, pactuada entre os Estados, seja alcançada até 2014.

A discussão é um dos eixos centrais da reforma tributária fatiada que o governo quer promover no Congresso Nacional. A reforma delineada pelo Planalto compreende, ainda, a desoneração da folha de pagamento das empresas, a agilização da devolução dos créditos do PIS, Cofins e IPI, e a ampliação da faixa do Supersimples a empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões.

O projeto de resolução do Senado de autoria do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), propõe alíquota zero de ICMS sobre as importações. No entanto, o próprio Jucá admitiu que a ideia de zerar a alíquota foi um "bode", uma estratégia para deflagrar o debate e colher a opinião dos Estados.

O real objetivo do governo é fixar uma alíquota mínima e unificada de ICMS sobre as importações, capaz de colocar um fim ao interesse dos Estados pela guerra fiscal, sobretudo daqueles envolvidos na chamada "guerra dos portos". Ocorre que a maior parte dos bens importados com incentivos fiscais segue para outros Estados. Sem essa circulação, o governo afirma que seriam menores os danos causados à competitividade da indústria nacional. Nesse cenário, Nelson Barbosa não descarta um consenso entre os Estados em torno de uma alíquota intermediária, que pode ficar entre 2% e 4%.

Curto prazo.

Barbosa frisou, contudo, que a migração para a alíquota unificada tem de ser num curto prazo, e não em 12 anos, como pleiteou o secretário de Fazenda do Espírito Santo, Maurício César Duque. Nesse prazo, pontuou Barbosa, o Brasil perderia setores estratégicos da indústria nacional, como o de bens de capital. "Não podemos nos dar ao luxo de perder essa indústria", salientou.

Representante do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), o secretário de Fazenda do Estado de Goiás, Simão Cirineu, relatou que o órgão defende alíquota unificada de 4% sobre as importações, por meio de transição gradual. A proposta do secretário de Fazenda de São Paulo, Andrea Calabi, é no mesmo sentido.

Avanço chinês.

Calabi reclamou das políticas de incentivos promovidas por outros Estados, que aumentam suas receitas "com o chapéu alheio". Para ele, está havendo um "contrassenso no País", em que ao invés de haver estímulo à competitividade da indústria nacional, as políticas individuais de cada Estado promovem o contrário, num cenário de invasão de produtos asiáticos e forte desvalorização cambial. "Estamos promovendo geração de empregos na China", criticou.

Para o secretário, num cenário de "competição chinesa avassaladora, valorização cambial que reduz o preço das importações e guerra fiscal", a concessão de incentivos nas importações agrava o quadro, evoluindo para uma realidade que pode se tornar insustentável.


Fonte: O Estado de S. Paulo - 27/04/2011
Sexta, 06 Maio 2011 10:46

#cervejadeverdade

120 estilos de cervejas existentes e no entanto ainda somos reféns de apenas um, dominado pela macro-indústria, que nos impõe o pouco sabor e nenhuma personalidade no que nos vendem como cerveja.
No mundo inteiro é possível encontrar uma variedade impressionante da bebida, produzida em menor escala, com matéria prima de altíssima qualidade. Mesmo assim a mídia continua refém do que é imposto pelo setor industrial cervejeiro. O pior, o consumidor " engole" essa verdade, que nós todos sabemos ser uma falácia.
Hoje, nós, cervejeiros de todo o Brasil, promovemos a campanha #cervejadeverdade em nossos blogs e no twitter.
Precisamos mostrar ao mundo a nossa rica produção . E mais ainda, nosso direito de escolher uma bebida de qualidade. Queremos contar ao consumidor que ele não é obrigado a beber uma bebida azeda, aguada, que não estufa, que precisa ser estupidamente gelada para descer redonda!
Hoje, entre 14 e 15 h, escreva tópicos no twitter e no seu blog com a hashtag #cervejadeverdade. Entre nesta campanha por um mundo cervejeiro melhor!!!!Texto de Fabiana Arreguy
Segunda, 09 Maio 2011 16:29

Verdinha e amarelinha



Heineken fecha empréstimo de R$ 4,7 bi para financiar aquisições
Captação de crédito aumenta rumores de que a empresa está prestes a comprar a Schincariol
por Marina Gazzoni, iG São Paulo

A contratação de uma linha de crédito de US$ 2,9 bilhões pela Heineken, valor equivalente a R$ 4,7 bilhões, aumentou os rumores de que a companhia está prestes a fechar a aquisição da cervejaria brasileira Schincariol. A Heineken e a Schin não confirmam a negociação.

Em comunicado feito aos investidores, a companhia informou que os recursos “poderão ser usados para propósitos corporativos gerais, incluindo aquisições”.


De acordo com as informações do site “Relatório Reservado”, a Heineken teria oferecido US$ 2,2 bilhões (R$ 3,57 bilhões) pela aquisição da Schincariol. A proposta superou a oferta da SABMiller, que teria sido de US$ 1,8 bilhão, segundo o portal.

Esses valores devem contemplar a compra de metade das ações da cervejaria, avaliou o Barclays. Hoje, o grupo dos irmãos Adriano e Alexandre Schincariol detém 51% das ações da empresa e o de seus primos, Gilberto Schincariol Junior e José Augusto Schincariol, 49%.

“Se os valores apontados pelo ‘Relatório Reservado’ estiverem corretos, esse preço deve ser para a compra de um desses dois blocos”, diz o Barclays.

A Heineken é a que mais tem a perder com a venda da Schin a uma concorrente, segundo o Barclays. A empresa já investiu no mercado brasileiro, mas ainda precisa ampliar sua capacidade de distribuição e produção de cerveja no país.

Hoje, á a quarta fabricante, com menos de 10% de participação de mercado, atrás da AmBev, Schincariol e Petrópolis. Se comprar a Schin, pula para o segundo lugar.

Para SABMiller, a compra da Schin é uma porta de entrada para o mercado brasileiro de cerveja, um dos que mais crescem no mundo. O Brasil produziu 12,6 bilhões de litros em 2010, um aumento de 18%, segundo dados do Sindicato Nacional de Cerveja (Sindicerv).

Fonte: http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/heineken+fecha+emprestimo+de+r+47+bi+para+financiar+aquisicoes/n1300155717439.html
Quarta, 11 Maio 2011 09:30

Fusões e aquisições



Analistas esperam mais fusões no mercado de cervejas
por Louise Lucas


O setor cervejeiro acumulou US$ 142 bilhões em fusões e aquisições nos últimos cinco anos, segundo a Bloomberg. Mas alguns analistas dizem que o grande negócio ainda está por vir. Esse grande evento seria a compra da SABMiller pela Anheuser-Busch InBev por cerca de US$ 70 bilhões antes de vendas de ativos, superando a aquisição da Anheuser-Busch pela InBev, por US$ 52 bilhões, que criou a maior cervejaria do mundo. Isso resultaria em uma empresa controladora de cerca de um terço do mercado mundial de cervejas, antes de vendas de ativos.

“A aquisição da SABMiller, combinando dois importantes atores no setor, que há muito tempo consideramos como um desfecho lógico para a ABI, agora parece viável”, escreve Eddy Hargreaves, da Collins Stewart, em relatório que analisa as chances desse negócio.

Para o Credit Suisse, uma “desalavancagem da AB InBev, uma presença cada vez mais menor da SABMiller e racionalidade empresarial nas duas companhias são fatores maduros para produzir mais consolidação na indústria cervejeira”.

Essa visão é reforçada por mudanças no topo da SABMiller, cujo diretor financeiro, Malcolm Wyman, deverá aposentar-se em julho e cujo executivo-chefe, Graham Mackay, deverá fazer o mesmo em um ano ou dois.

A empresa orgulhosamente independente, com suas raízes sul-africanas e ações negociadas no Reino Unido, tem cerca de 80% das vendas em mercados emergentes de rápido crescimento e predominância praticamente total em países, como a Colômbia.

Jonathan Fell, analista do Deutsche Bank, especula argumentos contra uma fusão. “Reunir duas empresas de coberturas geográficas bastante distintas não cria, necessariamente, muito valor”, argumenta Fell. Isso se deve ao fato de “marcas de cerveja serem ainda muito locais e por não ser possível despachar [o produto] para meio mundo de distância [tendo em vista os custos de transporte], exceto em casos peculiares a nichos”.

Com base nessa lógica, alguns analistas têm sondado a ideia de fusões mais inventivas, como a fusão da SABMiller com a Diageo, fabricante britânica de bebidas alcoólicas cujas marcas incluem a cerveja Guinness, ou com a fabricante de refrigerantes PepsiCo. Mas Trevor Stirling, analista da Bernstein, vê pouco proveito nessas fusões. As sinergias em distribuição se resumiriam a mercados emergentes em estágios muito incipientes.

As opções da SABMiller no mercado mundial de cervejas parecem limitadas. A companhia gostaria muito de comprar a Castel, cervejaria africana com a qual mantém uma participação cruzada, mas a família proprietária não manifestaram nenhum desejo de vender.

A australiana Fosters, na prática à venda após ter sido desmembrada das operações de vinho e cerveja, é um ativo caro em um mercado maduro e um possível alvo de aquisição em relação ao qual vários investidores na SABMiller manifestaram desinteresse.

Em contraste, a AB InBev tem menos obstáculos em uma possível iniciativa de compra da SABMiller, diz Hargreaves, “Creio que a AB InBev poderia fazê-lo, agora, pagando inteiramente em dinheiro. Realmente, acho que perfeitamente concebível que o farão dentro de um ano, com um desembolso líquido de US$ 63 bilhões”.

Segundo seus números, tal negócio elevaria a relação dívida líquida da AB InBev versus lucro antes de juros, impostos e depreciação das atuais 2,8 vezes para 4,3 vezes. Isso é inferior ao múltiplo 5,5, atingido após a aquisição da Anheuser-Busch. O cálculo pressupõe vendas de empresas que possam motivar preocupações antitruste. A AB InBev afirma-se capacitada a cortar custos e comandar uma operação mais enxuta.

Mas, até mesmo a AB InBev poderá achar a SABMiller um desafio difícil, disse Stirling. “A SABMiller está longe de ser tão ineficiente como era a Budweiser”, diz ele, ressaltando que a AB InBev foi capaz de ampliar as margens operacionais da Budweiser em 13 pontos percentuais. Em comparação, o máximo que ela poderia esperar eliminar dos custos da SABMiller seriam 5 pontos percentuais, calcula. Desalinhamento cambial e riscos associados à execução também tornam mais difícil forjar um acordo.

“Se a AB InBev comprasse por 28 libras por ação, os executivos receberiam 650 milhões de opções adquiridas. Se receberem tudo isso, certamente iriam para a praia, e não permaneceriam na companhia, o que abriria grandes buracos em sua administração”.

Quando seria o momento de uma decisão? “Acho que em poucos anos a AB InBev chegará a uma bifurcação em seu caminho”, diz Fell. “Ela poderá se tornar uma enorme máquina de fazer dinheiro e ficar remunerando seus investidores ou poderá partir para a compra de algo enorme, e a SABMiller seria um dos ativos que poderiam ser comprados”.

Fonte: Valor Econômico/11 de maio de 2011/B8.
Quinta, 12 Maio 2011 15:04

Goiabale Cascão

Sequência de posts com descrições das cervejas estilo livre participantes do Concurso ACervA Mineira.
Cerveja e texto de autoria de; Alfredo Carneiro, Lucas Narciso e Otávio Carneiro da Lutz Brau & Renascença Bier
Imagem: Márcio Rossi
Goiabale Ingredientes típicos: Goiaba Texto de apresentação – relação com dos ingredientes com a história, cultura e culinária do Estado de Minas Gerais:   Muito cultivada para a produção de frutos, em pomares domésticos ou comerciais, a goiabeira cresce espontaneamente em todo o Brasil. Em Minas Gerais a arvore, que da o nosso fruto em questão, a goiaba, cresce em abundância no sul do estado, na divisa com São Paulo e em toda extensão do Rio São Francisco, desde Pirapora até o estado da Bahia. Região esta, que, também produz o doce de goiaba a Goiabada Cascão, que junto com o queijo canastra, formam uma tradicional sobremesa mineira: Romeu e Julieta.   Descrição do estilo:   Aroma: Aromas de Malte, moderado aroma de lúpulos e presença marcante de frutas.   Aparência: Marrom avermelhado claro a escuro, opaca. Espuma clara ao tom creme com baixa a média retenção.   Sabor: Grande presença de maltes torrados. Sabor secundário de biscoito e pão em suporte. Notas de lúpulos alemães de baixo a média presença que sugere um leve a moderado amargor. Presença media a alta de frutas (goiaba).   Sensação na boca: Corpo médio-baixo à médio. Carbonatação baixa a média.   Impressão geral: Uma Ale escura, opaca com presença marcante de frutas.   Comentários: Difere das demais ales escuras pela presença, inusitada, de aroma e sabor de frutas em harmonia com os maltes torrados.   Ingredientes: Maltes torrados e não torrados, aveia, lúpulos alemães, leveduras ales e água leve em minerais.   Características vitais: IBUs: 16 - 36 SRM: 18 - 30 OG: 1.040 a 1.052 FG:1.008 a 1.014 ABV: 4 a 5.4%
 
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