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Programamos mais uma turma para Maio do curso de fabricação caseira de cerveja.  Será um curso expresso, com duas aulas, uma dia 21, sábado das 10h às 16h e novamente dia 26, durante a noite na quinta-feira de 19h às 22h.

O curso será ministrado por Armando Fontes da Cerveja Vilã em parceria com o Basílico Espaço Gourmet.

Além de aprender a fazer sua própria cerveja haverá harmonização de pratos com cerveja.

Veja mais detalhes e inscreva-se no Basílico Espaço Gourmet
É, aqui eles já estão bem na nossa frente. Por diversos fatores, a cerveja artesanal italiana cresce num ritmo animador e consistente, e já começa a ganhar o mundo. Por ser um país de tradição de vinhos, o movimento cervejeiro artesanal italiano começou do zero, como no Brasil. As primeiras corajosas iniciativas surgiram nos anos 80, duas ou três cervejarias esparsas pelo país, mas que plantaram a semente. A segunda onda veio no meio dos anos 90, quando já pode se falar de um movimento que começava a nascer. A maioria no norte, como a cervejaria Baladin, no Piemonte, que se destacou e foi quem liderou esse movimento nos últimos anos. Foi a Baladin a primeira a entrar pesado nos restaurantes, encontrando um espaço no cárdapio que era restrito aos vinhos. Isso foi possível porque eles foram entre os primeiros a apostarem numa originalidade da cerveja italiana. Essa originalidade é o que marca a cerveja artesanal aqui: tantas tradições culturais, culinárias e variedade de ingredientes num pequeno território tinham tudo para serem aplicadas na produção de cerveja. Cada região tem orgulho de usar seus próprios ingredientes em seus pratos, e agora via-se a possibilidade de também usá-los nas cervejas. Essa é uma parte do Artigo do Tiago Falcone. Leia na integra Aqui no Blog Parágrafo 11
Quinta, 05 Maio 2011 11:53

Gelada



Ambev eleva em até 2,5% preço de bebidas
NATÁLIA PAIVA
DE SÃO PAULO

Após seu volume de vendas e seu "market share" terem caído no primeiro trimestre em decorrência do aumento do preço de suas bebidas, a Ambev fez, em abril, um novo reajuste, de 1,5% a 2,5%.

"Nossa expectativa é que em maio já esteja impactando o consumidor", afirmou Nelson Jamel, vice-presidente financeiro e de relações com investidores da empresa, que tem marcas como Brahma e Antarctica, em teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre.

O reajuste, afirma, é repasse de um aumento médio de 15% dos tributos federais (PIS/Cofins e IPI).

Embora o volume vendido no primeiro trimestre tenha sido 0,3% menor --com queda de 1,1% no Brasil--, a receita líquida subiu 7,2% (para R$ 6,6 bilhões), e o lucro, 26,6% (para R$ 2,9 bilhões). O volume caiu, principalmente, devido à alta de preços entre 7,5% e 8,5% no fim de 2010 e a questões climáticas (chuvas no Sudeste). "Ganhos de eficiência não foram suficientes para reduzir os custos do aumento do preço das commodities."

O executivo acrescenta que o reajuste do salário mínimo neste ano (só pela inflação) não deu impulso suficiente à renda do trabalhador como havia ocorrido no ano passado --e como deve ocorrer no ano que vem.

Além da inflação, a regra do reajuste do salário mínimo considera o crescimento econômico (PIB) de dois anos antes, e em 2010 foi de 7,5%.

Por isso, a Ambev disse manter a estimativa de investir até R$ 2,5 bilhões no Brasil em 2011, montante que será destinado à construção de novas fábricas e centros de distribuição e à ampliação de unidades já existentes. O ritmo dos investimentos, contudo, será cauteloso.

A companhia vai observar como o mercado irá absorver os novos preços. A Ambev não prevê mais reajustes agora, mas irá avaliar possíveis aumentos ao fim do ano.

CONTROLADORA

Lá fora, a Anheuser-Busch InBev, maior cervejaria do mundo e controladora da brasileira Ambev, sofreu a primeira queda nas vendas (0,4%) desde 2009.

As justificativas foram as mesmas da brasileira --aumento de preços e chuvas no Brasil--, acrescida pela alta do desemprego dos EUA.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/911511-ambev-eleva-em-ate-25-preco-de-bebidas.shtml
Sequência de posts com descrições das cervejas estilo livre participantes do Concurso ACervA Mineira.

Cerveja e texto de autoria de: Felipe Viegas, Cervejaria Taberna do Vale

Imagem: Márcio Rossi

Dunkel Hefe-Weiss do Quintal das Gerais

Ingredientes típicos: Amoras e jabuticabas

Texto de apresentação – relação com dos ingredientes com a história, cultura e culinária do Estado de Minas Gerais:

Quem nunca esteve em um sítio em Minas saboreando à sombra da árvore algumas amoras e jabuticabas? Eu mesmo, tenho meu passado altamente marcado pelas 2 experiências acima, o que justificou a utilização das frutas... Freqüentava assiduamente o sítio de minha madrinha durante minha infância e adolescência... Quando estávamos em época de amoras, colocávamos um lençol embaixo da árvore e a balançávamos, no intuito de obter uma grande colheita de forma facilitada. Nunca vou me esquecer da primeira vez que fizemos isto, tinha uns 12 anos de idade na época e fui o autor da idéia magnífica... Vocês podem imaginar o que aconteceu com o lençol branco da minha madrinha... manchou completamente... mas para nossa sorte, minha madrinha sempre apoiou nossas traquinagens e nem esboçou qualquer reação com relação à perda do lençol, ao contrário, nos doou o mesmo para novas empreitadas... Passou inclusive a nos dar a tarefa de colher grandes quantidades para bater no liquidificador e oferecer aquele suco maravilhoso para as visitas... Já as Jabuticabas, lá mesmo no sítio da minha madrinha, tinha algo em torno de 20 pés... Passávamos quase o dia inteiro literalmente em cima das árvores, nos empanturrando de jabuticaba... Os adultos sempre nos falavam sobre comer muito e ficar entalado na hora de ir ao banheiro... Sabíamos que era lenda, porém ficávamos receosos, o que não nos impedia de nos entupirmos de jabuticabas...

Esta é a razão de chamá-la com o sobre-nome “DO QUINTAL”, pelo fato de ter sido parte marcante no meu crescimento, naquela época em que ficávamos somente brincando, não nos preocupávamos com contas, compromissos, trabalho, nada, só brincar, comer e dormir, nada mais...


Descrição do estilo:

Aroma: Aromas frutados de banana passa, jabuticaba, amora e notas fenólicas de cravo.


Aparência: Marrom, bem turva, espuma com boa formação e persistência.


Sabor: Bem maltado, marcado pela utilização de maltes caramelados e torrados na receita, possui um amargor equilibrado, utilizando lúpulos alemães nobres de amargor e aroma.


Sensação na boca: Corpo médio, final de boca marcante acentuado pelos maltes caramelados e torrados utilizados na receita e pela presença marcante do fermento, traz sensação altamente aveludada na boca.


Impressão geral: Uma releitura do estilo alemão, utilizando ingredientes brasileiros que fogem da Lei de Pureza, mas que trouxeram a esta cerveja um toque mais aveludado em termos de sensação de boca. Além da formação dos aromas ter ficado mais complexa, ficou também mais agradável.


Comentários: A idéia foi dar suavidade ao estilo alemão, utilizando as frutas para modificar a estrutura e consequentemente as sensações provocadas...


Ingredientes: Água, Cevada Malteada, Trigo Malteado, Lúpulo, Levedura, Jabuticabas e Amoras


Características vitais:

IBUs:10-18

SRM: 14-23

OG: 1050-1060

FG: 1010-1014

ABV: 5,2-6,5%




Sequência de posts com descrições das cervejas estilo livre participantes do Concurso ACervA Mineira.

Cerveja e texto de autoria de: Daniel Gontijo, cervejaria Smedgard

Imagem: Márcio Rossi

Cerveja Mineira de Alcaçuz
Ingredientes típicos: Folhas de alcaçuz e pedras (no processo de produção)
Texto de apresentação – relação com dos ingredientes com a história, cultura e culinária do Estado de Minas Gerais:
A Cerveja Mineira de Alcaçuz compõe um dos subestilos da classificação da EscolaMineira de Cerveja desenvolvida em 2009 i.e. CMH – Cerveja Mineira Herbal***. Os ingredientes utilizados nesta cerveja são malte de cevada, folhas de alcaçuz, lúpulo,pedras e levedura.
O fogão à lenha, infraestrutura tipicamente mineira de sítios, roças e fazendas, foi utilizado para defumar suavemente a cevada tipo pilsen durante 8 horas, através da utilização de lenha úmida e com o fogo brando. Durante a brassagem, as pedras foram colocadas no braseiro até ficarem completamente incandescentes, sendo estas depois adicionadas à fervura da cerveja, a fim de elevar abruptamente a temperatura de fervura durante alguns minutos, conferindo uma suave caramelização à cerveja.


O lúpulo é um ingrediente opcional na produção da Minas Smoked Licorice Ale. Como o propósito dessa cerveja é destacar a complexidade aromática do alcaçuz e do defumado do fogão à lenha, o lúpulo foi colocado em quantidades mínimas nesta produção, somente para equilibrar a cerveja com um leve amargor, quase imperceptível.


As folhas de alcaçuz, amplamente utilizadas em medicamentos, chás terapêuticos e na culinária de Minas Gerais, foram maceradas e colocadas nos tanques de fermentação de mosto cervejeiro. O resultado obtido foi um leve e complexo aroma de alcaçuz conferido à cerveja, sem excessos e equilibrado.


*** Nota: Para mais informações sobre a classificação CMH (Cerveja Mineira Herbal) e descrita no Libertas Cervisiae, Manifestosobre a Liberdade Cervejeira e sobre os Pilares Fundamentais da Escola Mineira de Cerveja, o interessado pode entrar em contato com o cervejeiro responsável.


Descrição do estilo:


Aroma: O aroma defumado é presente, de suave a médio e possui notas de alcaçuz.Aroma de malte de sutil a médio. Aroma de lúpulo de ausente a leve.


Aparência: Cerveja pouco carbonatada, turva e de cor caramelo escuro, podendo variarde tons do vermelho escuro ao castanho escuro.


Sabor: Possui predominantemente um sabor defumado com alcaçuz. Amargor de ausente a médio, podendo este ser controlado pela vontade do cervejeiro de mesclar alcaçuz com lúpulo. Não há retrogosto alcóolico.


Sensação na boca: Levemente maltada, baixo a médio corpo, pouco caramelisada, baixa carbonatação e seca.
Impressão geral: É uma Cerveja Mineira de coloração escura, pouco carbonatada.


Comentários: A Minas Smoked Licorice Ale é uma cerveja produzida com método genuinamente artesanal, no fogão à lenha, com colher de pau, sem a utilização de termômetro e com brassagem de aproximadamente 2 horas, sendo que a temperatura do mosto foi sendo medida de acordo com a sensibilidade do cervejeiro artesanal responsável pelo processo.


O método em referência faz da Minas Smoked Licorice Ale a única cerveja artesanal que se tenha conhecimento de fato em atividade no estado de Minas Gerais, visto que este não faz uso de quaisquer equipamentos automatizados, mecânicos ou instrumentos de medição. A brassagem dessa cerveja também pode ser facilmente realizada com equipamentos padrões de cerveja caseira ou de nano- e microcervejarias, obedecendo às faixas de temperatura e de tempo aplicáveis, fato que contribuirá para que o cervejeiro alcance uma melhor eficiência de brassagem, e por consequência o aumento do corpo e do aroma de malte na cerveja, além de manter um padrão de receita para futuras produções. Entretanto, a idéia de fazer este estilo sem instrumentação foi de resgatar uma possível cerveja tipicamente da fazenda mineira e que represente sua sociedade tradicional, respeitando as condições e a infraestrutura existentes para tal, o que não impede que a mesma seja reproduzida em circunstâncias normais de uma microcervejaria padrão.


Esta cerveja pode ser consumida de 2 a 4 semanas depois de pronta. Uma maturação prolongada de 4 a 6 meses é recomendada em produções com mais malte e alcaçuz e feitas com brassagem padrão. Isso irá aumetar a complexidade da cerveja e acentuar sua composição aromática. A produção em referência foi feita em Dezembro de 2010, tendo ela neste momento 4 meses de maturação.


Ingredientes: A utilização de maior quantidade de malte e de lúpulo acentuará as propriedades destes componentes. Em casos de escacez de alcaçuz, ambos anis e erva doce podem vir a substituí-lo, contudo a composição aromática atingirá diferentes níveis de intensidade e características, levando à produção de cervejas que divergem sutilmente do estilo Cerveja Mineira de Alcaçuz.


Características vitais:
IBUs**: 3 a 25
SRM: 18 a 22
OG: 1056 a 1070
FG: 1018 a 1024
ABV: 4.5% a 6.5%


** Uma estimativa de IBU mínimo de 3 é factível caso a cerveja não tenha lúpulo. As folhas de alcaçuz conferem um leve amargornatural à cerveja, porém não suficiente para equilibrá-la.

Sequência de posts com descrições das cervejas estilo livre participantes do Concurso ACervA Mineira.

Cerveja e texto de autoria de: Paulo Patrus e Gabriela Montandon; Cervejaria Grimor

Imagem: Márcio Rossi

Nicotiana – Cerveja Mineira de Tabaco

Ingredientes típicos: Fumo de corda (fumo de rolo)
Texto de apresentação – relação com dos ingredientes com a história, cultura e culinária do Estado de Minas Gerais:

Entre a década de 1690 e meados do século XVIII, a mineração transformou uma região pouco povoada do interior do Brasil na zona mais populosa da América Portuguesa. Na falta de evidências de que o consumo per capita de tabaco em Minas Gerais fosse inferior à média brasileira, esta capitania passou a responder pela maior parte do consumo da especiaria do Brasil.

O tabaco, nome comum às plantas do género Nicotiana em particular a N. tabacum, são originárias dos Andes e acompanharam as migrações dos índios por toda a América Central, até chegar ao território brasileiro. Das crenças e rituais indígenas, o tabaco se tornou a mais importante cultura agrícola não-alimentícia do planeta. A disseminação do consumo de produtos derivados do tabaco, em todas as suas formas (rapé, cigarros de palha, charutos, cigarrilhas, fumo de rolo, etc.), remonta a história das Minas Gerais.

Embora a planta crescesse abundantemente em muitas regiões do Brasil, foi em Minas Gerais que ela se eternizou. O fato é que a imagem dos mineiros picando fumo e enrolando palha, nas soleiras das portas e nos bancos das praças, tornou-se um estereótipo. O hábito de fumar e mascar fumo sempre foram disseminados nas terras mineiras. Quem tem raízes no interior de Minas, conhece esta realidade ainda muito atual. As obras da literatura regional, principalmente os textos de cunho memorialístico, fornecem evidências fortes de que o tabaco permeou e permeia a cultura mineira.

Cada região de cultivo produz diferentes tipos de tabaco, uma vez que o microclima e a microflora local contribuem fortemente com características sensoriais específicas de cada especialidade de fumo. Estas características são conferidas ao tabaco em virtude dos processos de secagem e fermentação das folhas, que refinam e dão características peculiares ao produto.
Diante disso, a utilização desta especiaria na produção de cervejas, além das características organolépticas típicas das variedades do fumo, a especiaria também pode contribuir com o inóculo de cepas de leveduras e bactérias específicas da flora microbiológica local. Isso implica sugerir também a utilização do fumo em segundas fermentações ou fermentações espontâneas e, dessa maneira, aumentar a variedade de estilos de cervejas que utilizam o fumo, além de agregar certo grau de terroir mineiro às cervejas.

Por fim, a criação do estilo picante de Cerveja Mineira de Tabaco pode ter extremo impacto por sua imensa diversidade. Além da utilização de inúmeras variedades de tabaco, que são facilmente encontrados em mercados populares brasileiros e lojas especializadas, as cervejas produzidas apresentarão diferentes características organolépticas oriundas da especiaria que são essencialmente particulares à região das Minas Gerais e do Brasil.

Descrição do estilo:
Aroma: Sobressaem as características dos maltes tostados, com aromas intensos de caramelo e toffe. Presença de aromas oriundos da fermentação como banana, uva passa, fenólico (cravo) também são presentes. Os aromas de lúpulos nobres são quase imperceptíveis. Aromas similares à erva seca, palha, noz moscada e pimenta poderão estar presentes, mas sua intensidade irá variar com a especialidade de tabaco utilizada.

Aparência: Coloração de castanho claro a cobre escuro. A cor varia com a proporção de maltes tostados e torrefados e também com a especialidade de tabaco utilizada. Certos tabacos conferem tons amarronzados, muitas vezes negros, à cerveja. A turbidez caracteriza o estilo, uma vez que as partículas de fumo ficam em suspensão. Aliada a refermentação na garrafa, a Cerveja Mineira de Tabaco terá turbidez característica. Pode estar presente sedimentos no fundo do copo. O creme é branco, pouco denso e de média persistência.

Sabor: Nas primeiras impressões, destacam-se os sabores adocicados do malte, lembrando caramelos e toffe. Moderada sensação de picância e sabores apimentados e condimentados, juntas às impressões quentes e alcoólicas. Término seco, leve acidez e adstringência, suavemente amadeirado, levemente herbal com e suaves notas de fumaça e cigarro.

Sensação na boca: Corpo leve a médio. Picância e leve adstringência típica do estilo. Sensação de calor na boca e leve acidez do fumo. Paladar seco, picante, condimentado e alcoólico.

Impressão geral: Uma cerveja marcante com características condimentadas, apimentadas e quentes.

Comentários: Acidez leve a moderada é aceita neste estilo. O fumo de corda pode ser acrescentado na fervura, preferencialmente ao final do processo (similar ao Late Hopping), ou em alguns casos utilizado em segundas fermentações ou fermentações “espontâneas”.

Ingredientes: Malte Pilsen, Malte CaraAroma, Carared, Lúpulo Fuggles e Fumo de corda.

Características vitais:
IBUs: 10-20
SRM: 7 -18
OG: 1.045 – 1.065
FG: 1.010 – 1.020
ABV: 4,5 – 7,0
Terça, 24 Maio 2011 11:29

Bento Bier



Caros(as) amigos(as),

Nessa quinta-feira, dia 26, tem o já famoso Clube do LP, no Frei Tuck. Esse mês a cerveja convidada é a premiada Bento Bier Cachaçale Dry Boldation. A vice-campeã do estilo livre no concurso interno da Acerva Mineira. Experimente e surpreenda-se. Além, é claro, da já consagrada e premiada Cerveja Vinil Baba O'Riley, dos donos da festa.

A música da "vitrola" vai ser o Rockabilly. Estilo precursor que combina totalmente com o clima do LP.

Vamos lá, chame seus amigos e vamos aproveitar e dançar o som do Rockabilly no mais puro estilo do "Bolachão" e beber boas cervejas para espantar o frio.

Bento.
Quarta, 25 Maio 2011 10:48

Cervejaria Nacional





Cervejaria Nacional abre primeira fábrica-bar paulistana


Nascida como microcervejaria, marca ganha endereço próprio em Pinheiros e serve cinco receitas de chope artesanal batizados com figuras folclóricas e criados pelo mestre-cervejeiro Luis Fabiani; menu assinado pelo chef Alexandre Cymes aposta na dupla cerveja-churrasco em receitas harmonizadas .

As lendas brasileiras acabam de ganhar suas versões etílicas. Na Cervejaria Nacional, primeira fábrica-bar paulistana a oferecer cinco variedades de chope artesanal, cada rótulo ganha o nome de um mito folclórico: Y-îara Pilsen, Kurupira Ale, Sa´si Stout, Domina Weiss e Mula IPA. Servidas como chope e criadas pelo mestre-cervejeiro Luis Fabiani, as cervejas são produzidas ali mesmo, em plena rua Pedroso de Moraes, quase esquina com a Teodoro Sampaio, em Pinheiros, em um espaço que reúne fábrica, bar e restaurante. Desde a moagem do malte até a filtragem e fervura do mosto, passando pela adição do lúpulo, fermentação e maturação da mistura, tudo será feito no local e à vista dos clientes. O endereço também oferece a oportunidade para os amantes de cerveja explorarem harmonizações com os pratos e petiscos do cardápio, criado pelo chef e sócio Alexandre Cymes, também do Buffet Arroz de Festa e da consultoria de restaurantes AyB. O menu aposta na tradicional dupla cerveja-churrasco e serve pratos preparados na grelha, das carnes aos vegetais, além de receitas preparadas com a bebida.


A Cervejaria Nacional nasceu em 2006 da sociedade entre Fabiani, economista que se apaixonou pelo universo cervejeiro na década de 90 em Nova York, e do produtor gráfico Dudu Toledo, amigo entusiasta de suas experimentações. Dedicado e curioso, ao voltar para o Brasil, o autodidata trouxe um equipamento e começou a fazer em casa sua própria cerveja. A cada cozimento, a paixão de criar novas receitas crescia e a ansiedade de transmitir a experiência aos amigos e familiares, também. De lá para cá, a dupla entrou em uma confraria e mergulhou no universo cervejeiro. Assim nasceu a microcervejaria Nacional, que atuava inicialmente apenas como fornecedora de bares como o extinto Drake’s. O projeto cresceu com a entrada de Alexandre e seu sócio na AyB, Marcus Ribas, e, em 2011, transformou-se na Cervejaria Nacional. No térreo do ambiente de três pisos, ficam dispostos os enormes tanques de fermentação onde toda a cerveja é produzida. No primeiro andar, o bar, com paredes de tijolo aparente decoradas com lambe-lambes, revela uma vista privilegiada para a produção e abriga as torneiras de chope artesanal entre os sacos de malte. No piso superior, o restaurante desperta o apetite e dá vistas para a rua através de um grande vidro.

As lendas

Preparados com mais de 10 tipos de maltes, nacionais e importados, e lúpulo da Alemanha e dos EUA, os chopes artesanais, vendidos em dois tamanhos (Half Pint, com 330ml; Pint com 570ml), atendem a todos os gostos. A Y-îara Pilsen (R$6, Half-pint, R$10 Pint), de cor dourada e espuma clara, apresenta corpo médio, amargor sutil e uma boa presença de lúpulo, fiel às origens do estilo, surgido na República Tcheca no final do Século XIX. A Kurupira Ale (R$6, R$10) é produzida a partir de uma receita de alta fermentação, seguindo o estilo Brown Ale. A cerveja de cor âmbar possui aromas de malte, toffee e frutado e sabor de malte torrado, levemente doce, equilibrado pelo amargor do lúpulo. Já a Sa´si Stout (R$7, R$12), também de alta fermentação, é uma cerveja de alto corpo, robusta. O malte torrado lhe confere uma cor escura e notas tostadas, além do bom balanço entre doçura e amargor proporcionado pelo lúpulo. A Mula IPA (Indian Pale Ale, R$8, R$14), por sua vez, é uma cerveja de alta fermentação, encorpada e saborosa, com notas de caramelo e aromas frutados. A generosa quantidade de lúpulos cítricos resulta no amargor alto e persistente dessa cerveja, fogosamente alcoólica (7,5%). Tudo fresco e sem conservantes. Por fim, a Domina Weiss (R$11), servida em copo especial de 500ml, é preparada com malte de trigo e não é filtrada, resultando em uma cerveja amarelo-palha, sutilmente turva. Com aromas de banana e cravo e um amargor leve e refrescante, segue o estilo clássico alemão que faz sucesso há mais de 500 anos.


Serviço:

Cervejaria Nacional
Endereço: Rua Pedroso de Morais, 604, Pinheiros.
Telefone: 11 3034-4863
Site: http://www.cervejarianacional.com.br/
Horário de funcionamento: de domingo a 4ª das 18h às 23h, 5ª das 18h à 24h, 6ª e sábado das 18h à 1h30.

Segue fanpage : https://www.facebook.com/cervejarianacional

Twitter: http://twitter.com/#!/VozDoBarril



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